GAMH (Pós-Graduação)

Gestão de Acervos Musicais Históricos

(disciplina teórico-prática condensada de pós-graduação)

Instituto de Artes da UNESP – Programa de Pós-Graduação em Música

07 a 12 de maio de 2018 (manhãs e tardes)

Inscrição como aluno especial (19 e 20 de fevereiro de 2018)

Prof. Paulo Castagna

mmm-cdo-01-098


Índice


Ementa

Estudo dos acervos musicais a partir da teoria arquivística geral, com a consideração de suas especificidades; conhecimento disponível sobre arquivologia musical; situação do patrimônio histórico-musical e arquivístico-musical brasileiro; catalogação de obras e fontes musicais em papel; instrumentos de pesquisa e catálogos musicais, especialmente brasileiros; visitas técnicas e monitoradas a instituições paulistanas com acervos musicais significativos; visitas técnicas e monitoradas, para efeito de comparação com os procedimentos próprios do patrimônio arquivístico-musical, a parques e instituições destinadas à conservação do patrimônio museológico, arquitetônico e urbano.

Voltar ao topo


Objetivos

1. Capacitar o estudante a se relacionar com os acervos musicais históricos de um ponto de vista científico e sistemático, e não meramente utilitário
2. Capacitar o estudante a compreender os acervos musicais históricos a partir do ponto de vista do gestor e não apenas do utilizador ou do pesquisador
3. Capacitar o estudante a compreender a importância, os problemas e a situação geral dos acervos musicais históricos brasileiros
4. Capacitar o estudante a participar de projetos de gestão de acervos musicais históricos
5. Capacitar o estudante a iniciar pesquisas no campo da gestão de acervos musicais históricos

Voltar ao topo


Metodologia de ensino

1. Aulas expositivas
2. Leituras programadas
3. Realização de trabalhos em horários de aula e fora deles
4. Palestras de arquivistas convidados(as)
5. Visitas técnicas a acervos musicais da cidade de São Paulo

Voltar ao topo


Aulas

Serão ministradas todas as manhãs no Instituto de Artes da UNESP e às tardes em instituições custodiadoras de acervos musicais. As aulas possuem duração de 4 (quatro) horas de manhã e 4 (quatro) horas de tarde, totalizando 48 horas-aula. A frequência mínima obrigatória é de 75% ou 9 (nove) aulas (cada aula corresponde a uma manhã ou tarde completa), sendo, portanto, o número máximo de faltas equivalente a 25% ou 3 (três) aulas (ou seja, três manhãs ou tardes). O curso ainda prevê 12 horas de atividades programadas, relacionadas ao trabalho final, totalizando 60 horas.

Voltar ao topo


Avaliação

A avaliação será feita com base em três critérios: assiduidade/pontualidade, participação e trabalhos finais, sendo o terceiro deles a escolha de uma destas duas opções:

A) Resenhas críticas dos 6 (seis) textos programados do curso;

B) Elaboração do plano de tratamento de um acervo musical histórico (que também pode conter séries não musicais), direcionado a um acervo específico (de preferência um acervo com o qual já esteja trabalhando ou pretende trabalhar), com base em um ou mais corpos de normas estudados no curso. O plano de tratamento do acervo musical deverá incluir:

1. Descrição geral do acervo (nome, procedência, histórico, volume ou dimensão linear, estado de conservação e de organização)
2. Especificação das necessidades do acervo
3. Plano de desinfestação/desinfecção e de higienização, se for o caso
4. Mapa de classificação do acervo, com descrição de cada fundo (se for o caso) seção, sub-seção (se for o caso), série e sub-série (se for o caso)
5. Sistema de codificação do acervo com a justificativa das opções
6. Plano de acondicionamento do acervo, com a especificação dos materiais a serem utilizados
7. Modelo de ficha de inventário para descrição do conteúdo do acervo, com instruções para uso por parte dos arquivistas.
8. Modelo de ficha de catálogo para descrição precisa das fontes musicais, com instruções para uso por parte dos arquivistas

Forma de entrega do trabalho final: por envio eletrônico (em formato PDF) ao endereço brsp@uol.com.br.

Data máxima de entrega do trabalho final: 31 de julho de 2018.

Voltar ao topo


Bibliografia básica

Arquivologia geral

ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Arquivologia, biblioteconomia, museologia e ciência da informação: o diálogo possível. Brasília: Briquet de Lemos / Livros; São Paulo: Associação Brasileira de Profissionais da Informação, 2014. 200p.

ARQUIVO NACIONAL. Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. 230p. Download

BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4 ed., Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. 320p.

CAMARGO, Ana Maria de Almeida; BOTANI, Aparecida Sales Linares; BELLOTTO, Heloísa Liberalli; MEZZALIRA, Isabel Maria; GONÇALVES, Janice; TESSITORE, Viviane. Dicionário de terminologia arquivística. 3 ed., São Paulo: Associação de Arquivistas de São Paulo, 2012. 128p.

CASSARES, Norma Cianflone; MOI, Cláudia. Como Fazer Conservação Preventiva em Arquivos e Bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado e Imprensa Oficial, 2000. 80p. (Projeto Como fazer, v.5). Download

CASTRO NUNES, Aloisio Arnaldo de. A preservação documental no Brasil: notas para uma reflexão histórica. Acervo: Revista do Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, v.23, n.2, p.31-46, 2010. Download

CIA – CONSELHO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS. ISAD(G): Norma geral internacional de descrição arquivística: segunda edição, adotada pelo Comitê de Normas de Descrição, Estocolmo, Suécia, 19-22 de setembro de 1999, versão final aprovada pelo CIA. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2000. 119p. download

__________. ISAAR(CPF): norma internacional de registro de autoridade arquivística para entidades coletivas, pessoas e famílias; tradução de Vitor Manoel Marques da Fonseca. 2. ed., Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2004.99 p. download

__________. Princípios de acesso aos arquivos; tradução de Silvia Ninita de Moura Estevão e Vitor Manoel Marques da Fonseca. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2012. (Publicações Técnicas; 56). 22p. Download

CONARQ – CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS. Glossário Documentos Arquivísticos Digitais. 7. ed., Brasília: Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ) e Câmara Técnica de Documentos Eletrônicos (CTDE). 44p. download

__________. NOBRADE: Norma brasileira de descrição arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo nacional, 2006. 124p. download

COOK, Terry. Arquivos pessoais e arquivos institucionais: para um entendimento comum da formação da memória em um mundo pós-moderno. Estudos históricos, Rio de Janeiro, v. 11, n. 21, p.129-150, 1998. Download

CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos / Livros, 2008. 451p.

CRUZ, Emília Barroso. Manual de gestão de documentos. ed. rev. e atual, Belo Horizonte: Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, Arquivo Público Mineiro, 2013. 146 p. (Cadernos Técnicos do Arquivo Público Mineiro, n.3). ISBN: .978-85-99528-76-1. Download

DUCHEIN, Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Arquivo e Administração, Rio de Janeiro, v.10-14, n.1, p.14-33, abr. 1982/ago. 1986. Download

GONÇALVES, Janice. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado, 1998. 37p. (Projeto como fazer, v.2). Download

IAML – INTERNATIONAL ASSOCIATION OF MUSIC LIBRARIES, ARCHIVES AND DOCUMENTATION CENTRES. ISBD(PM) – International Standard Bibliographic Description for Printed Music; Recommended by the Project Group on ISBD(PM) of the International Association of Music Libraries, Archives and Documentation Centres (IAML); Approved by the Standing Committees of the IFLA Sections on Cataloguing and Information Technology. 2. ed. München, London, New York, Paris: K. G. Saur, 1991. 65p. (UBCIM Publications – New Series, v.l). Download

IFLA – INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARY ASSOCIATIONS AND INSTITUTIONS / FEDERACIÓN INTERNACIONAL DE ASOCIACIONES DE BIBLIOTECARIOS Y BIBLIOTECAS. Requisitos Funcionales de los Registros Bibliográficos: informe final; aprobado por el Comité Permanente de la Sección de Catalogación de la IFLA; traducción de Xavier Agenjo y María Luisa Martínez-Conde. Den Haag: International Federation of Library Associations and Institutions e Ministerio de Cultura (Espanha), 1998. 239p. Download

LOPEZ, André Porto Ancona. Arquivos pessoais e as fronteiras da arquivologia. Gragoatá: Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras, Niteroi: UFF, n.18 (Acervos literários), p.69-82, 2º semestre de 2003. Download

__________. Como descrever documentos de arquivo: elaboração de instrumentos de pesquisa. São Paulo: Arquivo Do Estado, Imprensa Oficial, 2002. 64p. (Projeto como fazer, v.6). Download

MARQUES, Angelica Alves da Cunha. A arquivologia brasileira: busca por uma autonomia científica no campo da informação e interlocuções internacionais. Rio de Janeiro: Associação dos Arquivistas Brasileiros, 2013. 328p.

RIBEIRO, Antônia Motta de Castro Memória. Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2 em MARC 21. 6. ed. rev. e ampl. Brasília : Três em Um, 2015. 1v. + CDRom.

SANTOS, Vanderlei Batista dos; INNARELLI, Humberto Celeste; SOUSA, Renato Tarcicio Barbosa. Arquivística: temas contemporâneos; classificação; preservação digital; gestão do conhecimento. 3 ed., DF: SENAC, 2013. 224p.

SMIT, Johanna Wilhelmina. Como elaborar vocabulário controlado para aplicação em arquivos. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial, 2003. 56 p. (Projeto como Fazer, v.10). Download

SCHELLENBERG, Theodore R. Arquivos modernos: princípios e técnicas; tradução de Nilza Teixeira Soares. 6 ed., Rio de Janeiro: FGV, 2006. 388p.

TESSITORE, Viviane. Arranjo: estrutura ou função? Arquivo: boletim histórico e informativo, São Paulo, v.10, n.1, p.19-28, jan./jun. 1989.

__________. Como implantar centros de documentação. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial, 2003. 52p. (Projeto como fazer, v.9). Download

Arquivologia musical

ASSUNÇÃO, Maria Clara Rabanal da Silva. Catalogação de documentos musicais escritos: uma abordagem à luz da evolução normativa. Dissertação de Mestrado em Ciências Documentais – Évora: Universidade de Évora, 2005. 128p. Download

BAIRRAL, Adeílton; LOURENÇO, Néria (orgs.). Diretrizes para a gestão e o processamento técnico do acervo de partituras do SiB-UnB. Brasília: Universidade de Brasília, 2018. 91p. Download

BINDER, Fernando. Utilizando Microsoft Access na catalogação e descrição de música manuscrita. I COLÓQUIO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA E EDIÇÃO MUSICAL, Mariana (MG), 18-20 jul. 2003. Anais. Mariana: Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, 2004. p.61-67.

BOLAÑOS, Esteban Cabezas. La organización de archivos musicales: marco conceptual. Información, Cultura y Sociedad versión on-line, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, n.13, p.81-99, jul./dic. 2005. ISSN 1851-1740. Acesso

BROOK, Barry S. Thematic Catalogue. In: SADIE, Stanley (ed.). The New Grove dictionary of music and musicians. 2 ed., New York: Oxford University Press, 2001. v.25, p.348-352.

BROOK, Barry S.; VIANO, Richard. Thematic Catalogues in Music: an Annotated Bibliography. 2 ed., Stuyvesant: Pendragon Press, 1997. 602p. (Annotated Reference Tools in Music, v.5)

CAMBUR, Aline Cristini; LUZ, Charlley. Partitura musical como documento: uma análise do ciclo de vida arquivístico. SEMINÁRIO FESPSP 2017 – Incertezas do trabalho, São Paulo, 2-5 out. 2017. Acesso

CASTAGNA, Paulo. Uma análise codicológica do Grupo de Mogi das Cruzes. IV ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HISTÓRICA, Juiz de Fora, 21-23 de julho de 2000. Anais. Juiz de Fora: Centro Cultural Pró-Música; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2002. p.21-71. Download

__________. Uma análise paleoarquivística da relação de obras do arquivo musical de Florêncio José Ferreira Coutinho. VI ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HISTÓRICA. Juiz de Fora: Centro Cultural Pró-Música, 22-25 de julho de 2004. Anais. Juiz de Fora: Centro Cultural Pró-Música, 2006. p.38-84. Download

__________. Do arquivo da catedral ao Museu da Música da Arquidiocese de Mariana. VIII ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HISTÓRICA. Juiz de Fora: Centro Cultural Pró-Música, 18-20 de julho de 2008. Anais. Juiz de Fora: Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora, 2010. p.72-106. Download

__________. “Descoberta e restauração”: problemas atuais na relação entre pesquisadores e acervos musicais no Brasil. I SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO DE MUSICOLOGIA, Curitiba, 10-12 jan.1997. Anais. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 1998. p.97-109. Download

__________. Desenvolver a arquivologia musical para aumentar a eficiência da Musicologia. In: ROCHA, Edite e ZILLE, José Antônio Baêta (orgs.). Musicologia[s]. Barbacena: EdUEMG, 2016. 154 p. (Série diálogos com o som. Ensaios, v.3). ISBN 978-85-62578-68-7. Download

__________. Entre cópia e edição: reflexões sobre uma musicologia com função social. X ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HISTÓRICA. Juiz de Fora: Centro Cultural Pró-Música, 18-20 de julho de 2014. Anais. Juiz de Fora: Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora, 2016. p.58-85. ISBN: 978-85-93010-00-2. Download Acesso na UFJF

__________. Estruturas políticas para a salvaguarda do patrimônio musical brasileiro. XI ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HISTÓRICA. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 21-23 de julho de 2016. Anais. Juiz de Fora: Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora, 2017. (no prelo)

__________. Níveis de organização na música religiosa católica dos séculos XVIII e XIX: implicações arquivísticas e editoriais. I COLÓQUIO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA E EDIÇÃO MUSICAL, Mariana (MG), 18-20 jul. 2003. Anais. Mariana: Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, 2004. p.79-104. Download

__________. Reflexões metodológicas sobre a catalogação de música religiosa dos séculos XVIII e XIX em acervos brasileiros de manuscritos musicais. III SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO DE MUSICOLOGIA, Curitiba, 21-24 jan.1999. Anais. Curitiba: Fundação Cultural de Curitiba, 2000. p.139-165. Download

__________. Uma relação democrática entre pesquisadores e acervos de manuscritos musicais no Brasil: necessidade ou utopia? In: LIMA, Sônia Albano de. Faculdade de Música Carlos Gomes: retrospectiva acadêmica. São Paulo: Musa Editora; A Faculdade, 2005. p.64-78. (Biblioteca aula, v.8. Musa música) Download

__________. A Seção de Música do Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo. Brasiliana, Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Música, n.1, p.16-27, jan.1999. Download

CENTRO DE DOCUMENTACIÓN DE MÚSICA Y DANZA DEL INAEM – INSTITUTO NACIONAL DE LAS ARTES ESCÉNICAS Y LA MÚSICA. La gestión del patrimonio musical. Situación actual y perspectivas de futuro. Actas del Simposio. Madrid, 19-21 nov. 2014. Madrid: Centro de Documentación de Música y Danza, 2014. 300p. download

COTTA, André Guerra. Descrição e recuperação de fontes para a pesquisa musicológica no Brasil. I COLÓQUIO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA E EDIÇÃO MUSICAL, Mariana (MG), 18-20 jul. 2003. Anais. Mariana: Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, 2004. p.105-120.

__________. O Tratamento da Informação em Acervos de Manuscritos Musicais Brasileiros; orientação de Vilma Moreira dos Santos; coorientação de Paulo Castagna. Belo Horizonte, 2000. Dissertação (Mestrado) – Escola de Biblioteconomia da UFMG. 285p. Download

FONSECA, Modesto Flávio Chagas. Acervos de documentos musicais em Minas Gerais: um universo entre a teoria e a prática. X ENCONTRO DE MUSICOLOGIA HISTÓRICA. Juiz de Fora: Centro Cultural Pró-Música, 18-20 de julho de 2014. Anais. Juiz de Fora: Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora, 2016. p.24-35. Download

__________. O sistema de catalogação do acervo de música de Viçosa (MG). I COLÓQUIO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA E EDIÇÃO MUSICAL, Mariana (MG), 18-20 jul. 2003. Anais. Mariana: Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, 2004. p.121-135.

FREIRE, Vanda Lima Bellard. Algumas anotações relativas à catalogação e à editoração de músicas do século XIX. I COLÓQUIO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA E EDIÇÃO MUSICAL, Mariana (MG), 18-20 jul. 2003. Anais. Mariana: Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, 2004. p.137-146.

GÖLLNER, Marie Louise. Rules for Cataloging Music Manuscripts; transl. By Yvette Fédoroff and Horst Leuchtmann. 1975. 56p.

GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; HERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MONTERO GARCÍA, Josefa; BAZ, Raúl Vicente. El archivo de los sonidos: la gestión de fondos musicales. Salamanca: Asociación de Archiveros de Castilla y León (ACAL), 2008. 530p. (Colección Estudios Profesionales, n.2)

GUIMARÃES, Antonio Carlos; LACERDA, Alexandre; CASTAGNA, Paulo. “Novo Regresso”: interesse social da revitalização do arquivo da Banda de Música Santa Cecília de Barão de Cocais. XIX CONGRESSO DA ANPPOM, Curitiba, 24-28 de agosto de 2009. Anais (versão eletrônica). Curitiba: Deartes da UFPR, 2009.

KLEVENHUSEN, Sibylle; KRIEBISCH, Gerd; LESLE, Lutz; SCHOLL, Jutta; SIBERMANN, Angelika; STROBE, Uta; WAGNER, Renata. Thematische Werkverzeichnisse: Eine annotierte Bibliographie der Arbeitskreiser Öffentliche Musikbibliotheksweisen. Berlin: Deutscher Bibliotheksverband Arbeitstelle für das Bibliothekswesen, 1976. 95p.

KRUMMEL, Donald W. Guide for Dating Early Published Music: Manual of Bibliographical Practice. Chester: Foreign Music Distributors, 1974. 267p. ISBN-10: 0913574252. ISBN-13: 978-0913574256.

LÓPEZ CALO, José. La catalogación de los archivos musicales de la Iglesia en España: logros, revisión y perspectivas para el futuro. Memoria Ecclesiae, Madrid, Asociación de Archiveros de la Iglesia en España, n.31 (Exemplar dedicado a: Musica y archivos de la iglesia, Actas del XXI Congreso de la Asociación, celebrado en Santander, 12 al 16 de septiembre de 2005), p.403-436, 2008.

MATOS, Alexandra Linda Herbst. Documentação Musical: discussão sobre a representação temática de partituras a partir de um enfoque interdisciplinar. Dissertação (mestrado) – São Paulo: Escola de Comunicações e Artes, 2007. 104p. Download

PEREIRA, Maria Teresa; SOUSA, Maria José Ferro de; GONZAGA, Francisco de Assis; CERQUEIRA, Vladmir Agostini. Particularidades do acervo do Museu da Música de Marina: desafios da catalogação. I COLÓQUIO BRASILEIRO DE ARQUIVOLOGIA E EDIÇÃO MUSICAL, Mariana (MG), 18-20 jul. 2003. Anais. Mariana: Fundação Cultural e Educacional da Arquidiocese de Mariana, 2004. p.213-241.

RECINE, Analúcia dos Santos Viviani; MACAMBYRA, Marina. Manual de catalogação de partituras da Biblioteca da ECA. 2. ed. rev., São Paulo: Serviço de Biblioteca e Documentação/ECA/USP, 2010. 54p. Download

RISM – RÉPERTOIRE INTERNATIONAL DES SOURCES MUSICALES. Normas internacionales para la catalogación de fuentes musicales históricas (Serie A/II, Manuscritos musicales, 1600-1850); traducción española y comentários realizados por José V. Gonzáles Valle, Antonio Ezquerro, Nieves Iglesias, C. José Gosálves,; Joana Crespí. Madrid: Arco Libros, 1996. 198p.

SERAFIM, Catarina. Arquivos de música: uma análise às bases teóricas e ao testemunho do trabalho prático. Boletim do Arquivo da Universidade de Coimbra, Coimbra, v.27, p.405-417, 2014. Acesso

SILVA, Juliana Rocha de Faria. Diretrizes para organização de informação musical brasileira. Tese (Doutoramento) – Doutorado em Ciência da Informação, Universidade de Brasília, 2017. 287p. Download

SOTUYO BLANCO, Pablo; SIQUEIRA, Marcelo Nogueira de; VIEIRA, Thiago de Oliveira (Orgs.). Ampliando a discussão em torno de documentos audiovisuais, iconográficos, sonoros e musicais. Salvador: EDUFBA, 2016. v.1. 174p.

ST. LAURENT, Gilles. Guarda e manuseio demateriais de registro sonoro; [tradução de José Luiz Pedersoli Júnior; revisão técnica Clóvis Molinari Júnior, Ana Virgínia Pinheiro, Dely Bezerra de Miranda Santos; revisão final Cássia Maria Mello da Silva, Lena Brasil]. 2. Ed., Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001]. 23p. (Projeto Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos, v.43. Registros sonoros e fitas magnéticas). Download

TORRES MULAS, Jacinto. El documento musical: ensayo de tipología. I Congreso Universitario de Ciencias de la Documentación, Madrid, 14-17 nov. 2000. Actas, Madrid, Servicio de Documentación Multimedia, 2000. Download

WETTSTEIN, Hermann. Thematische Sammelver-zeichtnisse der Musik: Ein bibliographisher Führer durch Musikbibliotheken und –archive. Regensburg, Waldassen: Laaber-Verlag, 1982. 268p.

Voltar ao topo


Textos programados

1. CASTAGNA, Paulo. Desenvolver a arquivologia musical para aumentar a eficiência da Musicologia. In: ROCHA, Edite e ZILLE, José Antônio Baêta (orgs.). Musicologia[s]. Barbacena: EdUEMG, 2016. p.191-243 (Série diálogos com o som. Ensaios, v.3). ISBN 978-85-62578-68-7. Download Discussão em 7 de maio (segunda-feira às 8:00 horas).

2. MONTERO GARCÍA, Josefa. La documentación musical: fuentes para su estudio. In: GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; HERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MONTERO GARCÍA, Josefa; BAZ, Raúl Vicente. El archivo de los sonidos: la gestión de fondos musicales. Salamanca: Asociación de Archiveros de Castilla y León (ACAL), 2008. p.91-122. Discussão em 8 de maio (terça-feira às 8:00 horas).

3. BAGÜÉS, Jon. Archivos musicales: un acercamiento a la historia y tipos de archivos musicales en el entorno hispánico. In: GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; HERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MONTERO GARCÍA, Josefa; BAZ, Raúl Vicente. El archivo de los sonidos: la gestión de fondos musicales. Salamanca: Asociación de Archiveros de Castilla y León (ACAL), 2008. p.57-90. Discussão em 8 de maio (terça-feira às 8:00 horas).

4. MONTERO GARCÍA, Josefa. Los archivos musicales familiares y personales. In: GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; HERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MONTERO GARCÍA, Josefa; BAZ, Raúl Vicente. El archivo de los sonidos: la gestión de fondos musicales. Salamanca: Asociación de Archiveros de Castilla y León (ACAL), 2008. p.389-411. Discussão em 9 de maio (quarta-feira às 8:00 horas)..

5. GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José. La organización de archivos musicales. In: GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; HERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MONTERO GARCÍA, Josefa; BAZ, Raúl Vicente. El archivo de los sonidos: la gestión de fondos musicales. Salamanca: Asociación de Archiveros de Castilla y León (ACAL), 2008. p.123-154. Discussão em 10 de maio (quinta-feira às 8:00 horas).

6. GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; BAZ, Raúl Vicente. Normas de descripción de fondos musicales. In: GÓMEZ GONZÁLEZ, Pedro José; HERNÁNDEZ OLIVERA, Luis; MONTERO GARCÍA, Josefa; BAZ, Raúl Vicente. El archivo de los sonidos: la gestión de fondos musicales. Salamanca: Asociación de Archiveros de Castilla y León (ACAL), 2008. p.177-210. Discussão em 11 de maio (sexta-feira às 8:00 horas).

Voltar ao topo


Conteúdo programático

07 de maio (segunda-feira) das 8:00 às 12:00 horas – Instituto de Artes, Sala 413 – Apresentação; propostas do curso; História e teoria arquivística geral; legislação e política arquivística; conceitos básicos e terminologia arquivística; Níveis de organização musical e documental

07 de maio (segunda-feira) das 14:00 às 18:00 horas – Visita ao Arquivo Público do Estado de São Paulo (partida do Instituto de Artes às 13:15 horas)

08 de maio (terça-feira) das 8:00 às 12:00 horas – Instituto de Artes (Sala 411) e Biblioteca (quarto andar) – A fonte musical na visão biblioteconômica e arquivística (sala 411); aula ministrada pela Bibliotecária Mariana Borges Gasparino, Supervisora da Seção Técnica de Aquisição e Tratamento da Informação (Stati) da Biblioteca do Instituto de Artes da UNESP (Biblioteca, quarto andar)

08 de maio (terça-feira) das 14:00 às 18:00 horas – Visita à Seção de Música do Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo (partida do Instituto de Artes às 13:15 horas)

09 de maio (quarta-feira) das 8:00 às 12:00 horas – Instituto de Artes, Sala 411 – Princípios básicos de gestão arquivística e conservação documental; especificidade das fontes musicais históricas; equipamento básico

09 de maio (quarta-feira) das 14:00 às 18:00 horas – Visita ao Espaço Olavo Setúbal do Instituto Itaú Cultural e ao arquivo da Discoteca Oneyda Alvarenga do Centro Cultural São Paulo (partida do Instituto de Artes às 13:15 horas)

10 de maio (quinta-feira) das 8:00 às 12:00 horas – Instituto de Artes, Sala 413 – Arranjo e codificação multinível de fontes musicais; Desenvolvimento da metodologia de catalogação de obras e fontes musicais; Normas de descrição de fontes musicais; Projeto RISM; Ficha de descrição musical e documental

10 de maio (quinta-feira) das 14:00 às 18:00 horas – Visita ao Arquivo Permanente do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP (partida do Instituto de Artes às 13:00 horas)

11 de maio (sexta-feira) das 8:00 às 12:00 horas – Instituto de Artes, Sala 506 – Situação dos acervos musicais brasileiros; histórico da arquivologia musical no Brasil; patrimônio histórico-musical e arquivístico-musical; arranjo multinível de fontes musicais e higienização preventiva; documentação fotográfica e descrição multinível de fontes musicais

11 de maio (sexta-feira) das 14:00 às 18:00 horas – Visita ao Centro de Documentação Musical Eleazar de Carvalho da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e ao Arquivo Histórico Municipal de São Paulo (partida do Instituto de Artes às 13:30 horas)

12 de maio (sábado) das 9:00 às 12:00 horas da manhã – Visita ao Museu de Arte Sacra da Luz e à Pinacoteca de São Paulo (encontro no Museu de Arte Sacra e início da visita às 9:00 horas)

12 de maio (sábado) das 13:00 às 18:00 horas – Aula/caminhada pelo Centro Histórico de São Paulo: acervos musicais originados no Centro Histórico de São Paulo (início da caminhada às 13:00 horas, na Rua Prates nº 221, ao lado do Jardim da Luz)

Voltar ao topo


Local do curso e inscrição

Instituto de Artes da UNESP

Rua Jornalista Aloysio Biondi, 120
(em frente ao Terminal Palmeiras-Barra Funda, linha 3-vermelha do metrô, lado oposto ao Memorial da América Latina)
01140-151 – São Paulo – SP

Entrada de veículos e correspondência:

Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271
01140-070 – São Paulo – SP
PABX: (11) 3393-8530

Inscrição como aluno especial (somente 19 e 20 de fevereiro de 2018) – Sala 306 (Pós-Graduação)

Voltar ao topo


Locais de aulas e visitas

Segunda a sexta-feira (7 a 11 de maio) – 8:00 às 12:00 horas

1. Instituto de Artes da UNESP
Rua Jornalista Aloysio Biondi, 120
(Barra Funda)

Itinerário

– Na linha 3-Vermelha do metrô, desembarcar no Terminal Palmeiras-Barra Funda
– Após as catracas, caminhar para o lado ESQUERDO, sentido Marquês de São Vicente
– Ao final do corredor, descer as escadas (à direita) ou a rampa (à esquerda), até chegar à Rua Jornalista Aloysio Biondi, na área dos ônibus e taxis
– Ao descer para a Rua Jornalista Aloysio Biondi já será possível avistar, do outro lado da rua, os edifícios brancos e azuis do campus de São Paulo da UNESP;
– Caminhar à direita pela Rua Jornalista Aloysio Biondi, até a faixa de pedestres, atravessar e entrar no campus pela portaria de pedestres;
– Subir ao quarto andar e, no saguão, dirigir-se ao corredor da esquerda e entrar na Sala 413.

Observação: todas as aulas da manhã serão realizadas no Instituto de Artes da UNESP (ver conteúdo programático), nas seguintes salas:
– Segunda-feira (7 de maio) às 8:00 horas: sala 413 (quarto andar)
– Terça-feira (8 de maio) às 8:00 horas: sala 411 (quarto andar)
– Terça-feira (8 de maio) às 10:30 horas: Biblioteca (quarto andar)
– Quarta-feira (9 de maio) às 8:00 horas: sala 411 (quarto andar)
– Quinta-feira (10 de maio) às 8:00 horas: sala 413 (quarto andar)
– Sexta-feira (11 de maio) às 8:00 horas: sala 506 (quinto andar)

Voltar ao topo


Segunda-feira (7 de maio) – 14:00 às 18:00 horas

2. Arquivo Público do Estado de São Paulo
Rua Voluntários da Pátria, 596
(Santana)

Itinerário (cerca de 35 minutos) – partida às 13:00 horas da cantina do IA

– Na linha 1-Azul do metrô, desembarcar na estação Portuguesa-Tietê;
– Após ultrapassar as catracas de saída, descer para o andar inferior pela escada rolante da direita e caminhar na rampa de saída sentido oeste;
– Prosseguir na rampa de saída até o final (passando sobre a Av. Cruzeiro do Sul) e descer para o andar inferior pela escada rolante da direita;
– Ao nível da rua, caminhar em direção à Rua Voluntários da Pátria, passando por dentro do Estação Shopping Metrô Tietê / Comvem Tietê (5 minutos);
– Na Rua Voluntários da Pátria virar à direita e caminhar até a portaria do Arquivo Público do Estado de São Paulo (1 minuto).

Voltar ao topo


Terça-feira (8 de maio) – 14:00 às 18:00 horas

3. Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo (Arquivo Metropolitano Dom Duarte Leopoldo e Silva) (com caminhada na Av. Nazaré e no Parque da Independência a partir das 16:30)
Av. Nazaré, 993
(Ipiranga)

Itinerário de ida (45 a 60 minutos) – partida às 13:00 horas da cantina do IA

– No Terminal Palmeiras-Barra Funda entrar pelas catracas do metrô, descer pela terceira escada rolante e ingressar na linha 3-Vermelha (sentido único: Cotinthians-Itaquera), entrando na parte final do trem.
– Descer na estação  , descer a escadaria e alternar para a linha 1-Azul, sentido Jabaquara.
– Na linha 1-Azul descer na estação Paraíso e, no mesmo piso, plataforma oposta, alternar para a linha 2-Verde, sentido Vila Prudente
– Na linha 2-Verde desembarcar na estação estação Alto do Ipiranga
– Na esquina da Avenida Doutor Gentil de Moura com a Rua Visconde de Pirajá, ingressar no ônibus elétrico 4113-10 (Praça da República) e descer na quarta parada;
– Na Av. Nazaré 993 entrar na portaria e, do lado direito da igreja, percorrer o corredor das colunas até a porta de ferro do Arquivo da Cúria (à direita) e, logo após ultrapassa-la, subir (à esquerda) a escadaria para o andar superior e caminhar até a sala de aula do arquivo

Itinerário de volta, com caminhada até o Parque da Independência (90 minutos)

– Caminhar pela Av. Nazaré, do mesmo lado do Arquivo da Cúria até a entrada do Parque da Independência
– Descer o Parque da Independência, atravessar a Rua dos Patriotas e ingressar na Praça do Monumento
– Descer até o Rio Ipiranga e retornar pela Praça do Monumento pelo lado direito
– Ao chegar à Rua dos Patriotas, atravessar para o lado oposto e, em seguida, atravessar a Av. Nazaré
– na Av. Nazaré, lado oposto ao do Museu do Ipiranga e Parque da Independência, pegar o ônibus elétrico Gentil de Moura (4113-10) ou Metrô Alto do Ipiranga (5028-10) e descer em frente à estação Alto do Ipiranga.

Voltar ao topo


Quarta-feira (9 de maio) – 14:00 às 15:00 horas

4. Espaço Olavo Setubal do Instituto Itaú Cultural
Instituto Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149
(Bela Vista)

Itinerário (cerca de 40 minutos) – partida às 13:00 horas da cantina do IA

– No Terminal Palmeiras-Barra Funda entrar pelas catracas do metrô, descer pela terceira escada rolante e ingressar na linha 3-Vermelha (sentido único: Cotinthians-Itaquera), entrando na parte final do trem.
– Descer na estação  , descer a escadaria e alternar para a linha 1-Azul, sentido Jabaquara, entrando na parte inicial do trem.
– Na linha 1-Azul descer na estação Paraíso e, no mesmo piso, plataforma oposta, alternar para a linha 2-Verde, sentido Vila Prudente, entrando na parte final do trem.
– Na linha 2-Verde desembarcar na estação Brigadeiro e, à direita das catracas, sair pela escadaria com a indicação “Rua Teixeira da Silva / Casa das Rosas” ou pela escada rolante com a indicação “Rua Maria Figueiredo / Alameda Santos”; ao chegar à Avenida Paulista, caminhar no sentido da pista até o Instituto Itaú Cultural.

Voltar ao topo


Quarta-feira (9 de maio) – 15:00 às 18:00 horas

5. Discoteca Oneyda Alvarenga do Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000
(Paraíso)

Itinerário – partida às 14:45 horas do Instituto Itaú Cultural

Opção ir de metrô até a o Centro Cultural (cerca de 10 a 15 minutos): na estação Brigadeiro do metrô, ingressar na linha 2-Verde, em direção a Vila Prudente
– Descer na estação seguinte (Paraíso) da linha 2-Verde e alternar para a linha 1-Azul, sentido Tucuruvi.
– Na linha 1-Azul desembarcar na estação Vergueiro e sair à esquerda das catracas (sentido Viaduto Beneficência Portuguesa / Rua João Julião / Rua Vergueiro-par);
– Ao sair da estação caminhar para a esquerda, pela área interna do Centro Cultural (cerca de 5 minutos) até a recepção das bibliotecas, onde é preciso deixar bolsas e mochilas;
Opção caminhar até o Centro Cultural (cerca de 15 minutos): sair do Instituto Itaíu Cultural e caminhar para a direita na Av. Paulista até o início da Av. Bernardino de Campos;
Na altura da Eparquia (Catedral) Greco-Melquita, cruzar a Av. Bernardino de Campos e caminhar pela Rua do Paraíso, atravessando o Viaduto Paraíso;
– Ao final do Viaduto Paraíso, virar à esquerda na Rua Vergueiro e caminhar até a entrada do Centro Cultural Vergueiro;
Chegada no Centro Cultural Vergueiro: deixar bolsas e pertences na recepção do Centro Cultural;
– Descer até a recepção da Discoteca Oneyda Alvarenga, na extremidade Sul do piso das bibliotecas.

Voltar ao topo


Quinta-feira (10 de maio) – 14:00 às 18:00 horas

6. Arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP
Avenida Prof. Dr. Luciano Gualberto, 78 – Edifício Brasiliana
(Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira)

Itinerário de ida (60 minutos) – partida às 13:00 horas da cantina do IA

– No Terminal Palmeiras-Barra Funda entrar pelas catracas do metrô, descer logo à esquerda, pela primeira escada rolante e ingressar na linha 3-Vermelha (sentido único: Cotinthians-Itaquera), entrando na parte inicial do trem
– Na linha 3-Vermelha descer na estação República, subir a escada rolante e alternar para a linha 4-amarela, sentido Butantã
– Na linha 4-amareladesembarcar na estação Butantã, sair pelo lado esquerdo da estação e dirigir-se ao terminal de ônibus, caminhando pela plataforma do lado direito
– No Terminal Butantã pegar o ônibus 8012-10 (Cidade Universitária) (sai a cada 10 minutos, trajeto de 10 minutos); (Cuidado! Não pegar o 8022-10, pois este circula no sentido oposto e percorrerá toda a Cidade Universitária antes de passar pelo IEB!)
– Ao entrar na Cidade Universitária, descer no terceiro ponto, no início da Av. Prof. Luciano Gualberto, em frente ao IEB/Biblioteca Brasiliana (os pontos são: 1-Educação; 2-CRUSP; 3-Biblioteca Brasiliana);
– Descer a escadaria do Edifício Brasiliana e, dentro do edifício, virar à esquerda para a área do IEB.

Itinerário de retorno

– Sair do IEB e subir a rampa para a Av. Prof. Luciano Gualberto
– Caminhar para a esquerda e, na rotatória, descer à esquerda até a faixa de pedestres
– Na faixa de pedestres, cruzar para o outro lado da Av. Prof. Lineu Prestes e dirigir-se ao ponto de ônibus “Cultura Japonesa”
– No ponto Cultura Japonesa tomar qualquer ônibus que se dirija para o Terminal Butantã

Voltar ao topo


Sexta-feira (11 de maio) – 14:00 às 18:00 horas

7. Centro de Documentação Musical Eleazar de Carvalho da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16

Itinerário (cerca de 30 minutos) – partida às 13:00 horas da cantina do IA

– No Terminal Palmeiras-Barra Funda ingressar pelas catracas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos)
– Na área da CPTM, descer as escadas para a linha 8-Diamante, pegar o trem no sentido Júlio Prestes e descer na estação seguinte (Terminal Júlio Prestes)
– Ao sair da estação Júlio Prestes, na Rua Cleveland, caminhar para a esquerda, até a torre da Sala São Paulo, na esquina com a Av. Duque de Caixas/Rua Mauá;
– Entrar na Sala São Paulo, identificar-se na recepção e dirigir-se ao Centro de Documentação Musical Eleazar de Carvalho.

8. Arquivo Histórico Municipal de São Paulo
Praça Coronel Fernando Prestes, 152
(Bom Retiro)

Itinerário a pé (15 minutos) – partida às 15:30 horas da Sala são Paulo

– Sair da Sala São Paulo em direção à Rua Mauá e caminhar para a esquerda, até a Estação da Luz;
– Atravessar a Estação da Luz pela ponte sobre os trens, atravessar a Praça da Luz e ingressar no Parque da Luz;
– Atravessar o Parque da Luz e prosseguir caminhando mais um quarteirão pela Avenida Afonso Pena, até avistar a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora à esquerda e o Arquivo Histórico Municipal à direita.

Voltar ao topo


Sábado (12 de maio) – 9:00 às 10:30 horas

9. Museu de Arte Sacra de São Paulo (Mosteiro da Luz)
Avenida Tiradentes, 676
(Luz)

Itinerário – chegada às 8:50 em frente ao Museu de Arte Sacra

– Na linha 1-Azul do metrô, desembarcar na estação Tiradentes e, após as catracas, sair para o lado direito, seguindo a indicação “Museu de Arte Sacra”
– Ao sair na rua, diante do Batalhão Tobias de Aguiar (edifício militar amarelo), caminhar no sentido do trânsito até o quarteirão seguinte, onde se encontra o Mosteiro da Luz.
– Entrar no portão principal do Museu de Arte Sacra, na própria Av. Tiradentes.


Sábado (12 de maio) – 10:30 às 12:00 horas

10. Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 2
(Luz)

Itinerário

– Ingressar na estação Tiradentes do metrô e atravessar para o outro lado da Avenida Tiradentes;
– Caminhar na Av. Tiradentes até a entrada da Pinacoteca.

Voltar ao topo


11. Centro Histórico de São Paulo

Itinerário – início às 13:00 horas na Rua Prates, 221

– Almoço das 12:00 às 13:00 horas no restaurante Dona Terê II (ver também), na Rua Prates nº 221 (Bom Retiro), passando pela Estação da Luz e pelo Jardim da Luz;
– Partida da caminhada com o grupo pelo Centro Histórico às 13:00 horas, do Jardim da Luz, rumo à Praça da Sé;
– Roteiro completo: Rua Prates, Jardim da Luz, Estação da Luz, Avenida Cásper Líbero, Viaduto Santa Ifigênia, Largo de São Bento, Rua Florêncio de Abreu, Rua Boa Vista, Rua João Brícola, Praça Antônio Prado, Avenida São João, Vale do Anhangabaú, Praça Ramos de Azevedo, Rua Coronel Xavier de Toledo, Viaduto do Chá, Praça do Patriarca, Rua São Bento, Largo São Francisco, Rua Quintino Bocaiuva, Largo da Misericórdia, Rua Direita, Antigo Largo da Sé, Largo Páteo do Colégio (café), Rua Roberto Simonsen, Rua do Carmo, Rua Tabatinguera, Rua Anita Garibaldi, Rua Felipe de Oliveira, Praça da Sé, Praça Dr. João Mendes, Rua Dr. Rodrigo Silva, Praça da Liberdade.
– Encerramento às 18:00 horas na Praça da Liberdade.

Voltar ao topo


Opções recomendadas de almoço e lanches

1. Cantina da UNESP (térreo, entre o Instituto de Artes e o Instituto de Física) – das 7:00 às 20:30
2. Moça Prendada (ver no Facebook) (Rua Quirino dos Santos, 143) – das 11:00 às 15:00
3. Mirandela Grill Barra Funda (antigo Tempero da Barra) (ver no Facebook) (Rua Quirino dos Santos, 189) – das 11:00 às 15:00
4. Grelhados da Barra (Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 216) – das 11:00 às 15:00
5. Dona Terê II (ver também), somente no sábado (Rua Prates nº 221)

Voltar ao topo


Informações úteis

Mapa das linhas do Metrô e da CPTM em São Paulo (ver também)

Metrô de São Paulo

CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos)

SPTrans (Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes)

EMTU/SP (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo)

Sistema Municipal de Bibliotecas

Acervos Artísticos de São Paulo

Museus da Cidade de São Paulo

São Paulo Antiga

Sampa Historica

São Paulo in Foco

São Paulo em 1862 e 1887, por Militão Augusto de Azevedo


Voltar ao topo

Categorias de alunos (Estatutos da Unesp, Art. 90)

A Unesp terá alunos regulares, alunos especiais e alunos ouvintes.
§ 1º – Regulares são os alunos matriculados em curso de graduação ou de pós-graduação stricto sensu, com direito a diploma após o cumprimento dos respectivos currículos.
§ 2º – Especiais são os alunos matriculados, com direito a certificado após o cumprimento dos requisitos mínimos, em:
1 – cursos de pós-graduação lato sensu, extensão, sequenciais, ou de outra natureza;
2 – disciplinas isoladas de cursos de graduação ou de pós-graduação stricto sensu, observadas as exigências estabelecidas para os alunos regulares.
§ 3º – Ouvintes são os alunos admitidos em disciplinas ou cursos, desde que exista disponibilidade de vagas, observadas as exigências disciplinares e de frequência, mas não as de verificação de aproveitamento, fazendo jus a atestados de frequência, quando cumpridos os mínimos estabelecidos para alunos regulares.
§ 4º – A passagem de aluno especial à condição de aluno regular não importará, necessariamente, no aproveitamento, em cursos regulares, dos estudos concluídos.
§ 5º – O aluno ouvinte que passar à condição de aluno regular não poderá aproveitar a frequência obtida em disciplinas cursadas naquela qualidade.

Voltar ao topo


 u

Anúncios